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API STD 2610: as instalações de terminais e tanques

Essa norma internacional, editada pela American Petroleum Institute (API) em 2018, trata do projeto, construção, operação, manutenção e inspeção de instalações de terminais e tanques. Em sua terceira edição, a norma foi desenvolvida para orientar o gerenciamento de terminais e tanques de forma a proteger o meio ambiente e a segurança dos trabalhadores e da sociedade.

21/08/2019 - Equipe Target

As instalações de terminais e tanques

A API STD 2610:2018 - Design, Construction, Operation, Maintenance, and Inspection of Terminal and Tank Facilities, Third Edition trata do projeto, construção, operação, manutenção e inspeção de instalações de terminais e tanques. Em sua terceira edição, a norma foi desenvolvido para orientar o gerenciamento de terminais e tanques de forma a proteger o meio ambiente e a segurança dos trabalhadores e da sociedade. Destina-se a instalações de terminais e tanques de petróleo associadas a comercialização, refino, tubulação e outras instalações similares.

Pode ser usada como um guia de recursos e gerenciamento pelos responsáveis por tais instalações e por aqueles que trabalham no local. Esta norma é uma compilação das práticas de conhecimento, informação e gestão da indústria para todos os aspectos relevantes das operações de terminais e tanques, agregados em um documento de visão geral que inclui as melhores práticas.

Nos casos em que maiores detalhes ou informações adicionais podem ser úteis ou necessários, essa norma faz referência a outras publicações da API ou guias e normas semelhantes do setor. Pretende-se que seja consistente, mas não substitua, quaisquer regulamentos federais, estaduais e locais aplicáveis.

Esta norma abrange o projeto, a construção, a operação, a inspeção e a manutenção de terminais de petróleo e instalações de tanques associados a atividades de marketing, refino, tubulação e outras atividades similares. Abrange a seleção e o espaçamento dos locais, prevenção de poluição e gestão de resíduos, operações seguras, prevenção e proteção contra incêndios, tanques, diques e encostas, sistemas mecânicos (tubulações, válvulas, bombas e sistemas de tubulação), transferência de produtos, proteção contra corrosão, estruturas e utilidades. e quintal, e remoções e desmantelamento.

O objetivo desta norma é consolidar uma ampla base de práticas atuais de experiência, conhecimento, informação e gerenciamento da indústria em um padrão coeso que inclua uma gama das melhores práticas. A indústria do petróleo está envolvida na fabricação, armazenamento, transporte, mistura e distribuição de petróleo bruto e produtos refinados. Instalações e plantas terminais individuais podem executar uma ou mais dessas funções.

Estas instalações representam diversas operações, desde pequenas instalações de distribuição (por exemplo, armazéns e estoque) a grandes instalações de armazenamento e distribuição (por exemplo, terminais marítimos e gasodutos e atacadistas), até grandes instalações integradas (por exemplo, refinarias de petróleo e produção de gorduras, misturas de petróleo, e plantas de embalagem).

Conteúdo da norma

1 Escopo e finalidade . . . . . . . . . . . . . . . 1

1.1Visão geral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1

1.2 Terminais de petróleo . . . . . . . . . . 1

1.3 Instalações de tanques de linha. . . . . . . . . . 1

1.4 Instalações de manutenção. . . . . . . . . . . . . 1

1.5 Plantas atacadistas. . . . . . . . . . . . . . . . 2

1.6 Instalações de mistura e embalagem de lubrificantes. . . . . 2

1.7 Plantas de asfalto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2

1.8 Instalações de serviço de aviação.. . . . . . . . . . 2

1.9 Não aplicabilidade e retroatividade . . . . . . . . . 2

1.10 Requisitos e revisões governamentais.. . . . . . . 3

2 Referências normativas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3

3 Termos e definições. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12

4 Local de seleção e requisitos de espaçamento. . . . . . 14

4.1 Visão geral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14

4.2 Local de seleção.. . . . . . . . . . . . . . . . . . 14

4.3 Requisitos de espaço.. . . . . . . . . . . . . . . . 15

5 Prevenção da poluição  e gestão de resíduos.. . . . . . . 16

5.1 Aplicabilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16

5.2 Hierarquia de gestão de resíduos. . . . . . . . . . . . . . . . . . 17

5.3 Prevenção da poluição. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18

5.4 Práticas de gestão de resíduos. . . . . . . . . . . . . . . 21

6 Operações seguras de terminais e tanques. . . . . . . . . 22

6.1 Geral.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22

6.2 Identificação do perigo. . . . . . . . . . . . . . 22

6.3 Procedimentos de operação.. . . . . . . . . . 23

6.4 Práticas de trabalho seguras. . . . . . . . . . . . . . . . 23

6.5 Procedimentos de resposta e controle de emergência. . . . 23

6.6 Gestão de mudança. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24

6.7 Treinamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24

6.8 Segurança e inspeção operacional. . . . . . . 24

6.9Investigação de incidente . . . . . . . . . . 25

6.10 Segurança do contratante. . . . . . . . . . . 25

7 Prevenção de proteção de incêndios. . . . . . . . . . 25

7.1 Geral.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25

7.2 Prevenção de incêndios. . . . . . . . . . . . 25

7.3 Equipamento de combate a incêndio  . . . . . . . . 27

7.4 Extinção e controle de incêndio.. . . . . . . . . . . . 28

7.5 Fontes de água de proteção . . . . . . . . . . . . . . 29

7,6 Plano de emergência de incêndio. . . . . . . . . . 30

7.7 Orientação de proteção. . . . . . . . . . . . . . . 30

7.8 Considerações especiais sobre o produto. . . . . . 31

8 Tanques .  . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32

8.1 Tanques de armazenamento de petróleo no solo . . . . . . . . 32

8.2 Operações, inspeções, manutenção e reparo para tanques aéreos. . . . 37

8.3 Tanques de armazenamento acima do solo de plástico reforçado com fibra de vidro. . . . . . . . . . . . 39

8.4 Tanques de armazenamento subterrâneo e tubulação . . . . . 39

8.5 Emissões de vapor . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40

9 Diques e encostas. . . . . . . . . . . . . . . . . . 40

9.1 Visão geral.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40

9,2 Diques . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40

9.3 Encostas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42

10 Tubos, válvulas, bombas e sistemas de tubulação . . . . . . . . . . . 43

10.1 Geral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43

10.2 Compatibilidade de materiais.. . . . . . . . . . . . . . . 43

10.3 Sistemas de tubulação . . . . . . . . . . . . . . . . . 43

10.4 Componentes da tubulação . . . . . . . . . . . . . . . . . 45

10.5 Bombas.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47

10.6 Garantia de integridade do canal dos sistemas de tubulação existentes......48

10.7 Ensaios após a construção. . . . . . . . . . . . . . 49

11Instalações de carregamento, descarregamento e transferência de produtos.................49

11.1S Escopo. . . . . . . . . . . . . . . . . . 49

11.2 Projeto geral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49

11.3 Carregamento/descarga de caminhões. . . . . . . . . . . 50

11.4 Carregamento e descarregamento de vagões-tanque. . . . . . . 53

11.5 Carregamento/descarregamento de marítimos. . . . . . . 55

11.6 Carregamento/descarregamento de aviação. . . . . . . . . . 56

11.7Controle de vapor. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57

11.8 Mistura oxigenada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59

11.9 Sistemas e procedimentos de parada de emergência . . . . 59

11.10 Ensaio de produto. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60

11.11 Comunicação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60

11,12 Medidas.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60

11.13 Válvulas, linhas, braços de carga e identificação do produto da mangueira. . . . . . . . . . . . 60

11.14 Sistema de prevenção de liberação em áreas de carga/,descarga...... 60

11.15 Manutenção/ensaio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60

11.16 Sistemas auxiliares. . . . . . .61

12Controle de corrosão. .  . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61

12.1 Escopo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61

12.2 Revestimentos de proteção . . . . . . . . . . . . . . . 61

12.3 Revestimento do tanque interno. . . . . . . . . . . . . . . . . . 66

12.4Proteção catódica (PC). . . . . . . . . . . . . . . . . . 68

12.5 Inibidores de corrosão volátil . . . . . . . . . . . . 70

13 Estruturas, utilidades e pátio.  . . . . . . . . . . . . 71

13.1 Estruturas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71

13.2 Utilidades. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72

13.3 Pátio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80

14 Remoções e desmobilização de instalações . . . . . . . 85

14.1 Geral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 85

14.2 Controle e proteção do local.. . . . . . . . . . . . 86

14.3 Preparações. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 86

4.4 Execução. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 86

14.5 Avaliação e remediação de locais. . . . . . . . . 87

14.6 Encerramento e limpeza. .. . . . . . . . . . . . . 87

14.7 Bloqueio de instalação  . . . . . . . . . 87

14.8 Sinalização e identificação.. . . . . . . 88

Bibliografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89

Figuras

1 Terminais de sistemas de distribuição e serviço elétrico típico e granéis..... 74

2 Segregação e fluxo de resíduos em um terminal típico . . . . . 78

3 Pátio de carregamento de caminhão tanque sem garagem. . . . . . 82

4 Pátio de carregamento de caminhão tanque com garagem. . . . . 83

5 Dimensões de pátio para caminhões.. . . . . . . . . . . . . . . . . . 84

Esta norma foi desenvolvida para orientar o gerenciamento de terminais e tanques de forma a proteger o meio ambiente e a segurança dos trabalhadores e do público. Destina-se a instalações de terminais e tanques de petróleo associadas a comercialização, refino, tubulação e outras instalações similares. Este padrão pode ser usado como um guia de recursos e gerenciamento pelos responsáveis por tais instalações e por aqueles que trabalham no local.

Esta norma é uma compilação das práticas de conhecimento, informação e gestão da indústria para todos os aspectos relevantes das operações de terminais e tanques, agregados em um documento de visão geral que inclui as melhores práticas. Nos casos em que maiores detalhes ou informações adicionais podem ser úteis ou necessários, esse padrão faz referência a outras publicações da API ou guias e normas semelhantes do setor. Pretende-se que seja consistente, mas não substitua, quaisquer regulamentos federais, estaduais e locais aplicáveis.

Os requisitos desta norma representam requisitos mínimos aplicáveis a todas as instalações dentro do escopo deste documento. Algumas disposições desta norma, conforme indicado pelo uso da palavra, são obrigatórias e devem ser seguidas para atender a intenção desta norma. Algumas provisões são recomendadas, como denotado pela palavra, mas não são obrigatórias. Essas provisões precisarão ser consideradas com base em fatores específicos do local. Ainda outras disposições são opcionais, como denotado pela palavra pode. Normalmente, estes serão fornecidos onde existe uma variedade de boas opções.

Para promover uma maior conscientização e ajudar a indústria a lidar com questões ambientais, de saúde e segurança, a API realizou o desenvolvimento deste documento único agregando as várias normas, especificações e práticas recomendadas no projeto, construção, operação, inspeção e manutenção de terminais de petróleo e tanques. A API também tem pesquisas significativas em andamento para ajudar os membros a lidar com questões de proteção de águas subterrâneas e remediação de contaminação do solo. Esta pesquisa inclui a avaliação da tecnologia de detecção de vazamentos aprimorada e a avaliação de melhores métodos para detectar e remediar a contaminação de águas subterrâneas e solo.

FONTE: Equipe Target

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