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A classificação de áreas de atmosferas explosivas

Como estabelecer as fontes de liberação? Como deve ser executada a ventilação artificial? Como pode ser feita a classificação de áreas pelo método de fontes de liberação? Qual a influência do grau das fontes de liberação? Quais são as liberações de gases liquefeitos por resfriamento? Por que é importante possuir uma documentação para a classificação de áreas? Essas dúvidas estão sendo esclarecidas no texto sobre a classificação de áreas de atmosferas explosivas.

26/06/2019 - Equipe Target

NBR IEC 60079-10-1 de 11/2018: a classificação de áreas onde pode ocorrer a presença de gases ou vapores inflamáveis

Os gases, vapores, névoas e poeiras podem formar atmosferas explosivas com o ar. A classificação de áreas perigosas é usada para identificar lugares onde, devido à potencial para uma atmosfera explosiva, precauções especiais sobre fontes de ignição é necessária para evitar incêndios e explosões. A classificação das áreas perigosas deve ser feita como parte integrante da avaliação de risco para identificar locais (ou áreas) onde os controles sobre a ignição são as fontes são necessárias (locais perigosos) e também aqueles lugares onde são ou não (lugares não perigosos).

Os lugares perigosos são ainda classificados em zonas que distinguem entre os lugares que têm uma alta chance de uma atmosfera explosiva ocorrendo e aqueles lugares onde uma atmosfera explosiva pode ocorrer apenas ocasionalmente ou em circunstâncias anormais. As definições das também reconhecem que a chance de um incêndio ou explosão depende da probabilidade de ocorrer uma atmosfera explosiva ao mesmo tempo que uma fonte de ignição se torna ativa.

Dessa forma, quando se define um local onde uma atmosfera explosiva pode ocorrer, deve haver precauções especiais para proteger a saúde e a segurança dos trabalhadores. Um lugar onde uma atmosfera explosiva não é o que se espera que ocorram em quantidades que exijam tais precauções especiais é considerado não perigoso. Para estes fins, precauções especiais significam o controle das potenciais fontes de ignição dentro da construção, instalação e uso de equipamento.

Por exemplo, se uma substância perigosa está sendo transportada através de tubo, e esse tubo foi instalado e mantido corretamente, é extremamente improvável que a substância seja liberada. Uma atmosfera explosiva não se espera que ocorra a partir desta fonte e da área em torno do tubo. Um derramamento de uma pequena garrafa de solvente liberaria tão pouco material inflamável que nenhuma precaução especial é necessária além do controle geral de fontes de ignição (por exemplo, não fumar) e limpeza e descarte do derrame.

A identificação de áreas perigosas ou não perigosas deve ser realizada de maneira sistemática. A avaliação de risco deve ser usada para determinar se são perigosas as áreas e, em seguida, atribuir zonas a essas áreas. A avaliação deve considerar assuntos como: as propriedades perigosas das substâncias envolvidas; a quantidade de substâncias perigosas envolvidas; os processos de trabalho e suas interações, inclusive qualquer atividade de limpeza, reparo ou manutenção que serão realizadas; as temperaturas e pressões em que as substâncias perigosas serão manuseadas; o sistema de contenção e os controles fornecidos para evitar líquidos, gases, vapores ou poeiras escapando para a atmosfera do local de trabalho; qualquer atmosfera explosiva formada dentro de uma planta ou um recipiente de armazenamento; e quaisquer medidas previstas para garantir que qualquer atmosfera explosiva não persista por um tempo prolongado. Juntos, esses fatores são o ponto de partida para a classificação das áreas perigosas e deve permitir a identificação de qualquer área zoneada.

A NBR IEC 60079-10-1 de 11/2018 - Atmosferas explosivas - Parte 10-1: Classificação de áreas - Atmosferas explosivas de gás refere-se à classificação de áreas onde pode ocorrer a presença de gases ou vapores inflamáveis e pode ser utilizada como base para a seleção e instalação adequadas de equipamentos para utilização em áreas classificadas. é destinada a ser aplicada onde haja o risco de ignição devido à presença de gás ou vapor inflamável misturado com o ar, porém não é aplicável a minas sujeitas a presença de grisu; processamento e manufatura de explosivos; falhas catastróficas ou falhas raras que estejam além do conceito de anormalidade considerado nesta norma; ambientes utilizados com objetivos médicos; aplicações comerciais e industriais onde somente sejam utilizados gases inflamáveis com baixa pressão, para aplicações, por exemplo, para cozimento, aquecimento de água e utilizações similares, onde a instalação estiver de acordo com as normas ou códigos pertinentes para gases; ambientes domésticos; áreas onde um risco possa ser gerado pela presença de poeiras ou fibras combustíveis, mas os princípios possam ser utilizados na avaliação de misturas híbridas.

As informações adicionais sobre misturas híbridas são apresentadas no Anexo I. As névoas inflamáveis podem se formar ou estar presentes ao mesmo tempo que vapores inflamáveis. Em tais casos, somente a aplicação dos requisitos indicados nesta norma pode não ser adequado. As névoas inflamáveis podem também ser formadas quando líquidos que não são considerados como sendo uma fonte de risco devido ao seu elevado ponto de fulgor são liberados sob pressão. Nestes casos, a classificação de áreas e os detalhes apresentados nesta norma não são aplicáveis.

As informações sobre névoas inflamáveis são apresentadas no Anexo G. Para o objetivo desta norma, uma área é considerada uma região ou espaço tridimensional. As condições atmosféricas incluem variações acima e abaixo dos níveis de referência de 101,3 kPa (1.013 mbar) e 20 °C (293 K), desde que as variações tenham um efeito desprezível nas propriedades de explosividade das substâncias inflamáveis. Em qualquer planta de processo, independentemente do seu tamanho, pode haver numerosas fontes de ignição, além daquelas associadas aos equipamentos. Neste contexto, são necessárias precauções apropriadas para assegurar um nível adequado de segurança. Esta norma é aplicável, com ponderação, a outras fontes de ignição e não leva em consideração as consequências da ignição de uma atmosfera explosiva.

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Como estabelecer as fontes de liberação?

Como deve ser executada a ventilação artificial?

Como pode ser feita a classificação de áreas pelo método de fontes de liberação?

Qual a influência do grau das fontes de liberação?

Quais são as liberações de gases liquefeitos por resfriamento?

Por que é importante possuir uma documentação para a classificação de áreas?

É recomendado que as instalações em que as substâncias inflamáveis são processadas ou armazenadas sejam projetadas, construídas, operadas e mantidas, de modo que qualquer liberação de substâncias inflamáveis e, consequentemente, a extensão das áreas classificadas sejam minimizadas, em operação normal ou anormal, com relação à frequência, duração e quantidade da liberação. É importante examinar as partes de equipamentos e sistemas de processo, os quais possam liberar substâncias inflamáveis, e considerar modificações no projeto para minimizar a probabilidade e a frequência de liberação, a quantidade e a taxa de liberação das substâncias inflamáveis.

É recomendado que estas considerações fundamentais sejam verificadas nas etapas iniciais do projeto de qualquer planta de processo e que recebam também atenção especial ao realizar o estudo de classificação de áreas. Em casos de atividades, exceto as da operação normal, por exemplo, comissionamento ou manutenção não rotineira, a classificação da área pode não ser válida. É esperado que as atividades, além daquelas para a operação normal, sejam tratadas por uma sistemática de permissão de trabalho.

É recomendado que a classificação de áreas leve em consideração as manutenções de rotina. Os seguintes passos podem ser seguidos em uma situação em que possa haver uma atmosfera explosiva de gás: eliminar a probabilidade de ocorrência de uma atmosfera explosiva de gás ao redor da fonte de ignição, ou eliminar a fonte de ignição.

Se não for possível executar estas medidas, é recomendado que medidas de proteção, equipamentos de processo, sistemas e procedimentos sejam selecionados e preparados de modo que a probabilidade de ocorrência simultânea dos eventos acima seja suficientemente baixa para ser razoavelmente aceitável. Tais medidas podem ser utilizadas individualmente, se estas forem reconhecidas como sendo altamente confiáveis, ou em combinação, para atingir um nível equivalente de segurança. A classificação de áreas é um método de análise e classificação do ambiente em que uma atmosfera explosiva de gás possa ocorrer, de modo a facilitar a adequada seleção, instalação e operação de equipamentos a serem utilizados com segurança em tais ambientes.

A classificação também leva em consideração as características de ignição dos gases ou vapores, como energia de ignição e temperatura de ignição. A classificação de áreas possui dois objetivos principais: a determinação do tipo das áreas classificadas e a extensão das zonas (ver Seções 7 e 8). As características específicas podem ser obtidas para a seleção dos equipamentos “Ex”, por exemplo, energia de ignição e classe de temperatura; ver NBR IEC 60079-20-1. Na maioria das situações práticas em que substâncias inflamáveis são utilizadas, é difícil assegurar que a presença de uma atmosfera explosiva de gás nunca irá ocorrer.

Pode também ser difícil assegurar que os equipamentos nunca constituirão fontes de ignição. Desta forma, em situações onde exista uma alta probabilidade de ocorrência de uma atmosfera explosiva de gás, a confiabilidade é obtida pela utilização de equipamentos que possuam uma baixa probabilidade de se tornarem fontes de ignição. Por outro lado, onde houver uma baixa probabilidade de ocorrência de uma atmosfera explosiva de gás, equipamentos construídos com requisitos menos rigorosos podem ser utilizados.

É recomendado em especial que as áreas de zona 0 ou zona 1 sejam minimizadas em quantidade e extensão, seja por projeto ou por procedimentos operacionais adequados. Em outras palavras, as plantas e as instalações devem possuir preferencialmente áreas de zona 2 ou áreas não classificadas. Quando a liberação de uma substância inflamável for inevitável, é recomendado que os itens dos equipamentos de processos sejam limitados àqueles que dão origem a fontes de risco de grau secundário ou, na sua impossibilidade (isto é, onde for inevitável a presença de fontes de risco de grau primário ou contínuo), é recomendado que as liberações sejam limitadas ao máximo, em quantidade e taxas de liberação.

Ao se desenvolver um projeto de uma planta de processo, é recomendado que estes princípios recebam considerações prioritárias. Quando necessário, é recomendado que o projeto, a operação e a localização dos equipamentos de processo assegurem que, mesmo quando estes estiverem operando de forma anormal, a quantidade da substância inflamável liberada para a atmosfera seja minimizada, de forma a reduzir a extensão da área classificada. Uma vez que a planta tenha sido classificada e que todos os registros necessários tenham sido efetuados, é importante que nenhuma modificação nos equipamentos ou nos procedimentos de operação seja feita sem discussão prévia com os responsáveis pela classificação da área.

É recomendado que a classificação de áreas seja atualizada para quaisquer casos de alterações na planta ou nos seus procedimentos de operação. É recomendado que estas revisões sejam feitas durante o ciclo total de vida das plantas. Após a conclusão da classificação de área, uma avaliação de risco pode ser realizada para avaliar se as consequências da ignição de uma atmosfera explosiva requerem a utilização de equipamentos com um nível de proteção de equipamento mais elevado ou que possa justificar a utilização de equipamentos com nível de proteção de equipamento mais baixo do que aquele geralmente considerado.

Em alguns casos, uma zona de extensão desprezível pode surgir e ser tratada como área não classificada. Tal zona implica que, caso uma explosão ocorra, esta resulte em consequências também desprezíveis. O conceito de zona de extensão desprezível pode ser aplicado independentemente de quaisquer outras mudanças da avaliação de risco para a determinação do EPL. Um exemplo de zona com extensão desprezível é uma nuvem de gás natural com uma concentração média de 50% em volume do seu LIE e que possua um volume menor que 0,1 m3 ou 1,0% do espaço fechado levado em consideração para a classificação de áreas (o que for menor).

Uma liberação de gás irá produzir uma liberação fugitiva ou pluma de gás a partir da fonte de liberação, dependendo da sua pressão no ponto da liberação, por exemplo, selo da bomba, conexão de tubulação ou superfície de evaporação de uma bacia de contenção. A densidade relativa do gás, o grau de turbulência da mistura e o movimento do ar predominante influenciam no movimento subsequente de qualquer nuvem de gás. Nas condições de ventos calmos, liberações com baixa velocidade de um gás, significativamente menos denso que o ar, tendem a se mover para cima, por exemplo, hidrogênio e metano.

Por outro lado, as liberações com baixa velocidade de um gás, significativamente mais denso que o ar, tendem a se acumular ao nível do solo, poços ou depressões, por exemplo, butano e propano. Ao longo do tempo, a turbulência atmosférica fará com que o gás liberado dilua e passe a ter um comportamento similar ao ar circundante. Um gás ou vapor com densidade que não seja significativamente diferente do ar possui um comportamento similar com o ar circundante

Inicialmente, a maior pressão na liberação irá produzir liberação fugitiva de gás, que irá misturar turbulentamente com o ar circundante, causando diluição. A alta pressão, um efeito termodinâmico devido à expansão, pode ocorrer. Como o gás liberado expande e resfria, inicialmente pode ser mais pesado que o ar, mas, o resfriamento devido ao efeito Joule Thomson eventualmente é compensado pelo calor fornecido pelo ar.

A nuvem de gás resultante terá um comportamento similar ao ar. A transição da característica mais pesada que o ar ao comportamento similar ao ar pode ocorrer em qualquer tempo, dependendo da natureza da liberação e após a nuvem ser diluída abaixo do LIE. O hidrogênio demonstra um efeito reverso de Joule Thomson, aquecendo conforme sua expansão, e assim nunca apresenta a característica de mais pesado do que o ar.

Um sistema de ventilação forçada pode prover uma ventilação eficaz e confiável em ambientes internos. É recomendado que as seguintes considerações sejam incluídas em sistemas de ventilação artificial: classificação de áreas internas do sistema de exaustão, do ponto de descarga imediatamente fora do sistema de exaustão e outras aberturas do sistema de exaustão; para ventilação da área classificada, é geralmente recomendado que o ar de ventilação seja obtido de uma área não classificada, considerando os efeitos da sucção sobre a área circundante; antes de determinar as dimensões e o projeto do sistema de ventilação, é recomendado definir: localização, grau de liberação, velocidade de liberação e taxa de liberação.

Além disso, os seguintes fatores irão influenciar a qualidade de um sistema de ventilação artificial: vapores e gases inflamáveis geralmente possuem densidade diferente do que a do ar, assim eles podem acumular perto do piso ou no teto de uma área fechada, onde é esperado que o movimento de ar seja reduzido; a proximidade da ventilação artificial com a fonte de liberação; ventilação artificial próxima da fonte de liberação geralmente será mais efetiva e pode ser necessária para controlar adequadamente o movimento do gás ou vapor; alterações de densidade do gás com a temperatura; impedimentos e obstáculos podem causar redução, ou mesmo nenhuma movimentação do ar, isto é, sem ventilação em certas partes da área; turbulência e condições do ar circulante. Para mais detalhes, ver Anexo C.

É recomendado que considerações sejam adotadas para a possibilidade ou necessidade de recirculação de ar em arranjo de ventilação. Isso pode afetar a concentração preexistente e a eficácia do sistema de ventilação na redução da área classificada. Em tais casos, a classificação de área pode precisar de modificações. Recirculação de ar também pode ser necessária em algumas aplicações, por exemplo, para alguns processos ou as necessidades de pessoal ou equipamento em altas ou baixas temperaturas ambientes, quando a refrigeração ou aquecimento complementar for necessária.

Quando for necessária a recirculação do ar, também podem ser requeridos controles adicionais para a segurança, por exemplo, um analisador de gás com dampers controlando a entrada de ar limpo. A eficiência da ventilação em controlar a dispersão e a persistência da atmosfera explosiva dependerá do grau de diluição, da disponibilidade da ventilação e do projeto do sistema. Por exemplo, ventilação pode não ser suficiente para evitar a formação de uma atmosfera explosiva, mas pode ser suficiente para evitar a sua persistência.

O grau de diluição é uma medida da capacidade da ventilação ou condições atmosféricas para diluir uma liberação para um nível seguro. Por conseguinte, uma maior liberação corresponde a um menor grau de diluição para um determinado conjunto de ventilação ou condições atmosféricas, e uma menor taxa de ventilação corresponde a um menor grau de diluição para um determinado tamanho de liberação. Se outras formas de ventilação, por exemplo, ventiladores de refrigeração, forem consideradas, então é recomendado que sejam adotadas precauções quanto à disponibilidade da ventilação. Ventilação para outros fins também pode afetar a diluição de forma positiva ou negativa.

O grau de diluição também afetará o volume de diluição. O volume de diluição é matematicamente igual ao volume de risco, mas o limite da área classificada leva em consideração outros fatores, como o possível movimento de liberação devido à direção e à velocidade de liberação e do volume do ar circundante. Graus de diluição dependem não só da ventilação, mas também da natureza e do tipo de liberação esperado do gás.

Algumas liberações, por exemplo, liberação em baixa velocidade, serão capazes de serem mitigadas pelo aumento da ventilação, porém, pode ser mais difícil em outras condições, por exemplo, nas liberações em alta velocidade. São reconhecidos três os níveis de diluição: alta diluição - a concentração de atmosfera explosiva próxima da fonte de liberação reduz rapidamente e praticamente não persiste após cessar a liberação; média diluição - a concentração é mantida resultando em um volume de atmosfera explosiva com limites definidos durante a liberação e o volume não persiste após cessar a liberação; e baixa diluição - formação de concentração considerável de atmosfera explosiva enquanto ocorre a liberação ou o volume persiste após cessar a liberação.

A probabilidade da presença de uma atmosfera explosiva de gás depende principalmente do grau de liberação e da ventilação. Isto é identificado como uma zona. As zonas são classificadas como: zona 0, zona 1, zona 2 e área não classificada. Quando houver a sobreposição de zonas de diferentes classificações geradas por fontes de liberação adjacentes, a classificação mais severa deve prevalecer na área de sobreposição.

Quando as zonas de sobreposição são de mesma classificação, a classificação em comum será geralmente aplicada. Existem três graus de liberação básicos, de acordo com indicado a seguir em ordem decrescente de frequência de ocorrência ou duração da liberação da substância inflamável: grau contínuo; grau primário; grau secundário. Uma fonte de liberação pode dar origem a qualquer um destes tipos de grau de liberação, ou uma combinação de mais de um grau.

O grau de liberação geralmente determina o tipo de zona. Em uma área adequadamente ventilada (planta típica ao ar livre), um grau contínuo de liberação geralmente caracteriza uma zona 0, grau primário caracteriza zona 1 e grau secundário caracteriza zona 2. Esta regra geral pode ser modificada, considerando o grau de diluição e a disponibilidade de ventilação, que podem resultar em uma classificação mais ou menos severa (ver 7.3 e 7.4).

A efetividade da ventilação ou grau de diluição deve ser considerada para estabelecer o tipo de zona. Um grau de diluição médio resulta geralmente nos tipos de zonas determinados com base nos tipos de fontes de liberação anteriormente indicados. Um grau de diluição alto permite uma classificação menos severa, por exemplo, zona 1 em vez de zona 0, zona 2 em vez de zona 1 e até mesmo uma zona de extensão desprezível em alguns casos. Por outro lado, um grau de diluição baixo necessita de uma classificação mais severa (ver Anexo D).

FONTE: Equipe Target

Baseado nos documentos visitados

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