Text page

As orientações sobre acessibilidade de software

Como fornecer um nome para cada elemento da interface do usuário? Como fornecer nomes e rótulos que sejam curtos? Como fornecer perfis de preferência de usuário? Como habilitar a exibição persistente? Como apresentar notificações ao usuário utilizando técnicas consistentes? Como fornecer descrições sobre elementos da interface com o usuário? Essas dúvidas estão sendo esclarecidas no texto sobre a acessibilidade de software.

10/10/2018 - Equipe Target

NBR ISO 9241-171 de 09/2018: as orientações sobre acessibilidade de software

A NBR ISO 9241-171 de 09/2018 - Ergonomia da interação humano-sistema - Parte 171: Orientações sobre acessibilidade de software proporciona orientações de ergonomia e especificações para o projeto de software acessível para uso no trabalho, no lar, na educação e em lugares públicos. Abrange questões associadas ao projeto de software acessível para as pessoas com a mais ampla gama de aptidões físicas, sensoriais e cognitivas, incluindo aquelas que estão temporariamente incapazes, e os idosos. Ela aborda considerações de software para acessibilidade que complementam o projeto geral para a usabilidade, como tratado pelas NBR ISO 9241-110, NBR ISO 9241-11 a ISO 9241-17, ISO 14915 e ISO 13407.

É aplicável à acessibilidade dos sistemas interativos. Ela aborda uma ampla gama de software (por exemplo, escritório, Web, apoio à aprendizagem e sistemas de bibliotecas). Promove o aumento da usabilidade de sistemas para uma ampla gama de usuários. Enquanto não cobre o comportamento de, ou os requisitos para, tecnologias de apoio (incluindo software de apoio), ela aborda o uso de tecnologias assistivas como um componente integrado de sistemas interativos. Ela é destinada ao uso pelos responsáveis pela especificação, desenho, desenvolvimento, avaliação e aquisição de plataformas de software e aplicativos de software.

Acesse algumas questões relacionadas a essa norma GRATUITAMENTE no Target Genius Respostas Diretas:

Como fornecer um nome para cada elemento da interface do usuário?

Como fornecer nomes e rótulos que sejam curtos?

Como fornecer perfis de preferência de usuário?

Como habilitar a exibição persistente?

Como apresentar notificações ao usuário utilizando técnicas consistentes?

Como fornecer descrições sobre elementos da interface com o usuário?

O objetivo desta parte da NBR ISO 9241 é fornecer orientações sobre o projeto do software de sistemas interativos para que estes sistemas alcancem o mais alto nível de acessibilidade possível. Projetar interações humano-sistema para aumentar a acessibilidade promove o aumento da eficácia, eficiência e satisfação para as pessoas que têm uma grande variedade de capacidades e preferências.

A acessibilidade está, portanto, fortemente relacionada com o conceito de usabilidade (ver NBR ISO 9241-11). As abordagens mais importantes para aumentar a acessibilidade de uma interface humano-sistema são adotar um projeto de abordagem centrada no homem (ver ISO 9241-210), seguir um processo de projeto baseado em contexto, fornecer a capacidade de individualização (ver ISO 9241-110), e oferecer treinamento e instruções individualizadas ao usuário.

É importante incorporar objetivos e características de acessibilidade ao projeto o mais cedo possível, quando é relativamente barato em comparação com o custo de modificar produtos para torná-los acessíveis, depois de projetados. Assim como fornecer orientações para a realização disso, esta parte da NBR ISO 9241 trata da crescente necessidade de considerar as demandas sociais e legislativas para assegurar a acessibilidade por meio da remoção de barreiras que impeçam as pessoas de participar de atividades do dia a dia, como o uso de ambientes, serviços, produtos e informação.

É aplicável ao software que faz parte de sistemas interativos utilizados em casa, em atividades de lazer, em situações públicas e no trabalho. Requisitos e/ou recomendações são fornecidos para o projeto do sistema, aparência e comportamento, bem como questões de acessibilidade específicas, complementando assim as NBR ISO 9241-11, NBR ISO 9241-12, ISO 9241-13, ISO 9241-14, ISO 9241-15, ISO 9241-16 e ISO 9241-17, NBR ISO 9241-110 e ISO 14915, bem como refletindo as metas traçadas no Guia ISO 71.

De acordo com a referida norma, também é importante que o objetivo da acessibilidade seja alcançado. Enquanto os requisitos e recomendações desta Parte da NBR ISO 9241 são geralmente aplicáveis a todos os domínios de aplicativos de software, orientações detalhadas adicionais sobre a acessibilidade do conteúdo da internet (incluindo aplicações Web) estão disponíveis a partir do Web Content Accessibility Guidelines (WCAG), Diretrizes de Acessibilidade de Conteúdo Web.

Esta parte da NBR ISO 9241 é baseada na compreensão atual das características dos indivíduos que têm deficiências específicas físicas, sensoriais e/ou cognitivas. No entanto, a acessibilidade é um problema que afeta muitos grupos de pessoas. Os usuários de sistemas interativos pretendidos são consumidores ou profissionais – pessoas em casa, na escola, engenheiros, balconistas, vendedores, projetistas web, etc.

Os indivíduos nestes grupos-alvo variam significativamente no que diz respeito às capacidades físicas, sensoriais e cognitivas, e cada grupo-alvo inclui pessoas com diferentes habilidades. Assim, as pessoas com deficiência não formam um grupo específico em que podem ser separadas e depois desconsideradas. As diferenças de capacidades podem surgir a partir de uma variedade de fatores que servem para limitar a capacidade de exercer as atividades da vida diária, e são uma “experiência humana universal”.

Portanto, a acessibilidade aborda um grupo amplamente definido de usuários, incluindo pessoas com deficiências físicas, sensoriais e cognitivas presentes no nascimento ou adquiridas durante a vida, idosos que podem se beneficiar de novos produtos e serviços, mas que apresentam capacidades físicas, sensoriais e cognitivas reduzidas, pessoas com deficiências temporárias, como uma pessoa com um braço quebrado ou alguém que tenha esquecido seus óculos, e pessoas com dificuldades em situações particulares, como uma pessoa que trabalha em um ambiente barulhento ou que tem as duas mãos ocupadas por outras atividades.

Ao projetar e avaliar sistemas interativos, existem outros termos que são frequentemente associados à acessibilidade. Na Europa, a expressão design for all (projeto para todos) ou, na América do Norte, universal design (projeto universal), aborda o objetivo de possibilitar o máximo acesso ao número máximo e diverso de usuários, independentemente do seu nível de habilidade, língua, cultura, meio ambiente ou deficiência.

Isso não significa que cada produto será utilizável por todos os consumidores. Haverá sempre uma minoria de pessoas com deficiências graves ou múltiplas que precisarão de adaptações ou produtos especializados. A acessibilidade, tal como definido nesta parte da NBR ISO 9241, enfatiza os objetivos de maximizar o número de usuários e se esforça para aumentar o nível de usabilidade que estes usuários experimentam. Ela reconhece que alguns usuários do software precisarão de tecnologias de apoio para usar um sistema. No conceito de projetar o software para ser acessível, isso inclui a capacidade de um sistema de fornecer conexões para permitir a integração bem-sucedida com as tecnologias de apoio, a fim de aumentar o número de pessoas que serão capazes de usar o sistema interativo.

São fornecidas orientações sobre como projetar o software que integra de forma tão eficaz quanto possível com as tecnologias de apoio comuns. É importante notar que a acessibilidade pode ser fornecida por uma combinação de ambos, software e hardware, controlada por software. As tecnologias de apoio normalmente fornecem capacidades de entrada e saída especializadas não fornecidas pelo sistema.

Exemplos de software incluem teclados na tela que substituem teclados físicos, software de tela de ampliação que permite aos usuários visualizar suas telas em vários níveis de ampliação e software de leitura de tela que permite que os usuários cegos naveguem por meio de aplicativos, determinem o estado de controles e leiam texto via conversão text-to-speech. Exemplos de hardware incluem dispositivos de indicação montados na cabeça em vez de mouse e dispositivos de saída em Braille em vez de um monitor de vídeo.

Existem muitos outros. Quando os usuários empregam software e/ou hardware de apoio adicionais, a usabilidade é reforçada na medida em que os sistemas e aplicativos se integram a estas tecnologias. Por esta razão, as plataformas (incluindo sistemas operacionais) devem fornecer serviços de programação para permitir que o software opere de forma eficaz com software e hardware de apoio adicional, como especificado nesta parte.

Se os sistemas não fornecerem suporte para as tecnologias de apoio, a probabilidade de que os usuários encontrem problemas com aumenta a compatibilidade, desempenho e usabilidade. Esta parte serve para os seguintes tipos de usuários: projetistas de ferramentas de desenvolvimento de interface de usuário e guias de estilo a serem usados por projetistas de interface; projetistas de interface do usuário, que aplicam a orientação durante o processo de desenvolvimento; desenvolvedores, que aplicam a orientação durante o projeto e a implementação da funcionalidade do sistema; responsáveis pela implementação de soluções para atender às necessidades do usuário final; compradores, que fazem referência a esta parte durante a aquisição do produto; avaliadores, que são responsáveis por assegurar que os produtos estejam em conformidade com esta parte.

Neste documento, o termo “desenvolvedores” é usado como abreviação para todos os envolvidos no desenvolvimento do projeto e criação de software, o que às vezes pode se estender a diferentes colaboradores ou organizações contratantes. O beneficiário final desta parte é o usuário final do software. Embora seja improvável que os usuários finais leiam esta parte da NBR ISO 9241, convém que a sua aplicação por projetistas, desenvolvedores, compradores e avaliadores forneça interfaces de usuário que sejam mais acessíveis.

Ela diz respeito ao desenvolvimento de software para interfaces de usuário. No entanto, aqueles que estão envolvidos no projeto dos aspectos de hardware de interfaces de usuário também podem achar útil ao considerar as interações entre os aspectos de software e hardware. Foi originalmente desenvolvida como a parte 17 da norma internacional nos requisitos ergonômicos para trabalho de escritório com terminais de exibição visual. Como parte do processo de revisão de normas, uma grande reestruturação da NBR ISO 9241 foi decidida para ampliar o seu âmbito, para incorporar outras normas pertinentes e para torná-la mais utilizável.

O título geral do projeto de revisão da NBR ISO 9241, “Ergonomia da interação humano-sistema”, reflete essas mudanças e alinha o padrão com o título geral e o âmbito do Comitê Técnico ISO/TC 159, SC 4. As várias partes do projeto de revisão desta norma estão estruturadas como séries das normas numeradas em “centenas”: a série 100 trata de interfaces de software, a série 200 de projeto centrado no ser humano, a série 300 de displays visuais, a série 400 de dispositivos de entradas físicas, e assim por diante.

Deve-se ver o Anexo A para uma visão geral de toda a série da NBR ISO 9241. A acessibilidade é um aspecto importante a ser considerado no projeto de produtos, sistemas, ambientes e instalações, visto que afeta uma gama de pessoas que são capazes de usá-los e de usá-los com facilidade. Quão mais acessível o projeto, mais ampla será a gama de pessoas que irão considerá-lo utilizável.

A acessibilidade pode ser aprimorada por meio da incorporação de funções e atributos que são conhecidos por beneficiar usuários com requisitos específicos. Para determinar o nível de acessibilidade atingido, é necessário medir a eficácia, eficiência e satisfação dos usuários trabalhando com o produto ou interagindo com um ambiente para a maior gama possível de usuários. A medição da acessibilidade é particularmente importante, visto a complexidade das interações com o usuário, os objetivos, as características da tarefa e outros elementos do contexto de uso.

Um produto, sistema, ambiente ou instalação, quando usados em contextos diferentes, podem ter níveis significativamente diferentes de acessibilidade. O planejamento para que a acessibilidade seja uma parte integral do projeto e processo de desenvolvimento envolve uma identificação sistemática dos requisitos para acessibilidade, incluindo medidas de acessibilidade e critérios de verificação dentro do contexto de uso.

Estes aspectos proporcionam objetivos de projeto que podem formar a base para a verificação do projeto resultante. A abordagem adotada nesta parte apresenta os seguintes benefícios: a estrutura pode ser usada para identificar aspectos de acessibilidade e os componentes do contexto de uso a serem levados em consideração na especificação, projeto ou avaliação da acessibilidade do produto; o desempenho e a satisfação dos usuários podem ser usados para medir o quanto o produto, sistema, ambiente ou instalação são acessíveis em um contexto específico; medidas de desempenho e satisfação dos usuários podem proporcionar uma base para a determinação e comparação da acessibilidade dos produtos que têm diferentes características técnicas e que são usados no mesmo contexto; a acessibilidade planejada para um produto pode ser definida, documentada e verificada (por exemplo, como parte do plano de qualidade).

Existem diferentes maneiras de projetar um software acessível. Esta parte não pressupõe método algum de projeto ou processo, bem como não contempla todas as diferentes atividades necessárias para assegurar o projeto de um sistema acessível. Esta norma complementa os métodos de projeto existentes e proporciona uma perspectiva da acessibilidade centrada no humano, baseada na ISO 13407, que pode ser aplicada – independentemente do processo de projeto específico ou um contexto específico de uso – para aumentar o número de pessoas que são capazes de usar o software.

A orientação apresentada nesta parte é aplicável em qualquer momento do desenvolvimento de um sistema interativo. Convém que o projeto de um software acessível obedeça aos seguintes princípios. Por exemplo, o uso equitativo, pois soluções equitativas proporcionam os mesmos meios de uso para todos os usuários: sempre que possível, idênticos; quando não, equivalentes. Atingir o uso equitativo assegura que as soluções projetadas para aumentar a acessibilidade não resultarão em perda de privacidade, aumento de riscos para segurança pessoal ou do projeto, ou a estigmatização de indivíduos.

A adequação para a maior gama de uso envolve projetar com o objetivo de produzir soluções que serão úteis, aceitáveis e disponíveis para a maior gama de usuários dentro da população de usuários pretendidos, levando em consideração suas habilidades especiais, variações de suas capacidades, diversidade de suas tarefas e diferentes circunstâncias ambientais, econômicas e sociais.

Robustez (WCAG 2.0 Princípio Nº 4): convém que softwares sejam projetados para serem os mais robustos possível, para proporcionar que eles trabalhem com tecnologias assistivas atuais ou futuras. Embora não seja viável tornar todos os softwares acessíveis sem o uso de tecnologias assistivas add-on, convém que estas diretrizes auxiliem os projetistas a desenvolver softwares que aumentem a acessibilidade sem o uso de tecnologias assistivas e, fornecendo a informação necessária da interface, convém que possibilite que softwares e dispositivos assistivos sejam operados de maneira eficaz e eficiente, quando utilizados.

O software pode promover uma integração de tecnologias assistivas ao apresentar informações que podem ser lidas por tecnologias assistivas, e ao comunicar por protocolos de comunicação-padrão aplicativo-para-aplicativo. Exemplo: sistemas que proporcionam uma tela embutida para ampliação podem permitir que muitos mais usuários possam ler o texto e visualizar as imagens apresentadas.

Entretanto, se a integração da informação necessária for disponível, usuários podem anexar o programa de sua escolha de ampliação de tela para adaptar às suas necessidades particulares. Convém que o desenvolvimento de soluções que resultarão no software acessível seja baseado na aplicação de orientações para o projeto ergonômico: a NBR ISO 9241-12, ISO 9241-13, ISO 9241-14, ISO 9241-15, ISO 9241-16, ISO 9241-17 e NBR ISO 9241-110, e ISO 14915-1, ISO 14915-2 e ISO 149153 devem ser consultadas.

A orientação destas normas também é incluída na provisão de outras normas e publicações, como Web Content Accessibility Guidelines 2.0 (WCAG), princípios de projeto universal/projeto para todos (DFA), que visam especificamente o aumento da acessibilidade. Questões que representam princípios ergonômicos e boas práticas que são particularmente importantes como bases para alcançar a acessibilidade são convém que a informação seja sempre perceptível pelo usuário (NBR ISO 9241-12, WCAG 2.0, Princípio Nº 1); convém que o conteúdo e controle sejam compreensíveis (ABNT NBR ISO 9241-12, NBR ISO 9241-110, WCAG 2.0, Princípio Nº 3); convém que os elementos da interface sejam acionáveis (NBR ISO 9241-110, WCAG 2.0, Princípio Nº 2); convém que o software seja tolerante ao erro (NBR ISO 9241-110, DFA); convém que o software seja flexível no uso, possibilitando que os usuários escolham de uma ampla gama de alternativas de entrada e saída (NBR ISO 9241-110, DFA).

A orientação adicional apresentada nesta parte da ABNT NBR ISO 9241 aborda especificamente questões que surgem no desenvolvimento de soluções que irão satisfazer as necessidades dos usuários com uma grande variedade de capacidades. Todas as populações variam significantemente em termos de suas características, capacidades e preferências. Qualquer sistema interativo irá incluir, dentro do grupo de usuários ao qual é destinado, pessoas com diferentes habilidades físicas, sensoriais e cognitivas.

Estas diferenças terão várias fontes diferentes, incluindo características inatas, cultura, experiência, aprendizagem, bem como mudanças que ocorrem durante a vida. Enquanto requisitos e recomendações nesta parte são baseados na compressão de características individuais de pessoas que têm dificuldades físicas, sensoriais e cognitivas, as suas aplicações abordam a diversidade de habilidades dentro de uma população de usuários pretendidos, que pode levar à limitação de atividades.

As deficiências consideradas dizem respeito não só àquelas relacionadas à mobilidade ou desempenho físico, como a perda de um membro ou tremor, mas também àquelas associadas às dificuldades sensoriais, como pouca visão ou perda de audição, bem como fatores cognitivos, como perda de memória de curto prazo ou dislexia. Algumas deficiências podem ser vivenciadas intermitentemente e podem aparecer sem previsão ou de maneira repentina. Além disso, a deficiência pode ser vivenciada como um evento completamente único para um indivíduo (por exemplo, ter um braço quebrado).

O Anexo D proporciona um panorama de algumas das limitações que são tipicamente encontradas por indivíduos com vários tipos de deficiências, mas não constitui um relato extenso de todas as questões que podem ser levantadas. Além disso, limitações nas atividades podem ser criadas pelo ambiente físico (por exemplo, pouca iluminação e ruído), pelo ambiente social (por exemplo, tarefas confidenciais executadas na presença de outras pessoas) ou pela necessidade de lidar com outras tarefas em paralelo, e estes também são levados em consideração.

A medida que uma fonte específica de qualquer deficiência cria limitações varia, e algumas das orientações apresentadas são específicas para o grau de deficiência vivenciado. Portanto, dificuldades na visão podem variar de uma habilidade baixa para resolver detalhes pequenos até ser cego de nascença. Podem ser necessárias disposições diferentes no projeto do sistema interativo para lidar com os diferentes graus de deficiência: por exemplo, a facilidade para aumentar o tamanho de um detalhe apresentado na tela não contempla-estes problemas daqueles indivíduos que são cegos.

FONTE: Equipe Target

Baseado nos documentos visitados

Normas recomendadas para você

Ergonomia da interação humano-sistema - Parte 143: Formulários
NBRISO9241-143 de 02/2014

Ergonomia da interação humano-sistema - Parte 143: Formulários

Engenharia de software - Avaliação de produto - Parte 6: Documentação de módulos de avaliação
NBRISO/IEC14598-6 de 10/2004

Engenharia de software - Avaliação de produto - Parte 6: Documentação de módulos de avaliação

Ergonomia da interação humano-sistema - Parte 151: Orientações para interfaces de usuários da World Wide Web
NBRISO9241-151 de 06/2021

Ergonomia da interação humano-sistema - Parte 151: Orientações para interfaces de usuários da World Wide Web

Ergonomia da interação humano-sistema - Parte 171: Orientações sobre acessibilidade de software
NBRISO9241-171 de 09/2018

Ergonomia da interação humano-sistema - Parte 171: Orientações sobre acessibilidade de software

Requisitos ergonômicos para o trabalho com dispositivos de Interação Visual - Parte 12: Apresentação da informação
NBRISO9241-12 de 01/2011

Requisitos ergonômicos para o trabalho com dispositivos de Interação Visual - Parte 12: Apresentação da informação

Ergonomia da interação humano-sistema - Parte 210: Projeto centrado no ser humano para sistemas interativos
NBRISO9241-210 de 08/2011

Ergonomia da interação humano-sistema - Parte 210: Projeto centrado no ser humano para sistemas interativos

Ergonomia da interação humano-sistema - Parte 100: Introdução às normas relacionadas à ergonomia de software
ABNT ISO/TR9241-100 de 06/2012

Ergonomia da interação humano-sistema - Parte 100: Introdução às normas relacionadas à ergonomia de software

Ergonomia da interação humano-sistema - Parte 11: Usabilidade: Definições e conceitos
NBRISO9241-11 de 07/2021

Ergonomia da interação humano-sistema - Parte 11: Usabilidade: Definições e conceitos

Ergonomia da interação humano-sistema - Parte 110: Princípios de diálogo
NBRISO9241-110 de 07/2012

Ergonomia da interação humano-sistema - Parte 110: Princípios de diálogo

Engenharia de software - Requisitos e avaliação da qualidade de produto de software (SQuaRE) - Formato comum da indústria (FCI) para relatórios de teste de usabilidade
NBRISO/IEC25062 de 04/2011

Engenharia de software - Requisitos e avaliação da qualidade de produto de software (SQuaRE) - Formato comum da indústria (FCI) para relatórios de teste de usabilidade