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ACI 301: as especificações métricas para o concreto estrutural

Essa norma, editada em 2016 pelo American Concrete Institute (ACI), é uma especificação de referência que o arquiteto/engenheiro pode aplicar a qualquer projeto de construção envolvendo o concreto estrutural citando-o nas especificações do projeto. Uma lista de verificação de requisitos obrigatórios e uma lista de verificação de requisitos opcionais são fornecidas para ajudar o arquiteto/engenheiro a complementar as disposições desta especificação.

26/07/2017 - Equipe Target

Os conceitos do concreto estrutural

A ACI 301:2016 - Metric Specifications for Structural Concrete é uma especificação de referência que o arquiteto/engenheiro pode aplicar a qualquer projeto de construção envolvendo concreto estrutural citando-o nas especificações do projeto. Uma lista de verificação de requisitos obrigatórios e uma lista de verificação de requisitos opcionais são fornecidas para ajudar o arquiteto/engenheiro a complementar as disposições desta especificação, conforme exigido ou necessário, designando ou especificando os requisitos individuais do projeto.

As cinco primeiras seções desta especificação cobrem os requisitos gerais de construção para o concreto estrutural aplicado no local e as lajes sobre o solo. Estas seções cobrem materiais e a proporção de concreto; aço de reforço e pré-esforço; produção, colocação, acabamento e a cura de concreto. Também incluem os critérios de desempenho de moldagem e construção; tratamento das articulações; itens incorporados; reparação de defeitos de superfície; e acabamento de superfícies formadas e não formadas.

São incluídas as disposições que regem o ensaio, a avaliação e a aceitação do concreto, bem como a aceitação das estruturas. As seções restantes são dedicadas ao concreto arquitetônico, concreto leve, concreto em massa, concreto pós-tensionado, concreto compensador de encolhimento, lajes de chão industriais, construção inclinada, concreto estrutural pré-moldado e concreto arquitetônico pré-moldado.

Índice

SEÇÃO 1 - REQUISITOS GERAIS

1.1-Escopo

1.2-Interpretação

1.3-Definições

1.4 Padrões de referência

1.5-Apresentações

1.6-Ensaios e inspeção

1.7 - Aceitação da estrutura

1.8 - Proteção do concreto no local

SEÇÃO 2 – MOLDAGEM E ACESSÓRIOS DE MOLDAGEM

2.1-Geral

2.2-Produtos

2.3-Execução

SEÇÃO 3 – REFORÇO E SUPORTE PARA REFORÇO

3.1-Geral

3.2-Produtos

3.3-Execução

SEÇÃO 4 - MISTURAS DE CONCRETO

4.1-Geral

4.2-Produtos

4.3-Execução

SECÇÃO 5 - MANUSEAMENTO, COLOCAÇÃO E CONSTRUÇÃO

5.1-Geral

5.2-Produtos

5.3-Execução

SEÇÃO 6-CONCRETO ARQUITECTÔNICO

6.1-Geral

6.2-Produtos

6.3-Execução

SEÇÃO 7 - CONCRETO LIVE

7.1-Geral

7.2-Produtos

7.3-Execução

SEÇÃO 8-MASSA DE CONCRETO

8.1-Geral

8.2-Produtos

8.3-Execução

SEÇÃO 9-CONCRETO POS-TENSIONADO

9.1-Geral

9.2-Produtos

9.3-Execução

SEÇÃO 10 - CONCRETO DE COMPRESSÃO PARA PLACAS INTERIORES

10.1-Geral

10.2-Produtos

10.3-Execução

SEÇÃO 11 – PLACAS PARA PISO INDUSTRIAL

11.1-Geral

11.2-Produtos

11.3-Execução

SECÇÃO 12 - CONSTRUÇÃO TILT-UP (PRÉ-MOLDADAS)

12.1- Geral

12.2-Produtos

12.3-Execução

SECÇÃO 13 - CONCRETO ESTRUTURAL PRÉ-FABRICADO

13.1-Geral

13.2-Produtos

13.3-Execução

SECÇÃO 14 - CONCRETO ARQUITECTÔNICO PRÉ-FABRICADO

14.1-Geral

14.2-Produtos

14.3-Execução

NOTAS PARA ESPECIFICAR (Não obrigatório)

Notas gerais

Prefácio para listas de verificação

Na evolução dos materiais construtivos, pode-se observar, primordialmente, o emprego de materiais isolados: a pedra natural utilizada em inúmeras construções antigas, por exemplo, tem durabilidade e resistência à compressão elevadas, contudo, tem baixa resistência à tração. A madeira tem razoável resistência a diversos esforços, mas possui uma durabilidade limitada por fatores exógenos.

Assim, o concreto armado surgiu como um material ideal, visto que alia a resistência a esforços de tração e compressão com a durabilidade, além de possuir a capacidade de moldagem em diversas formas. Desde seu surgimento, a sua utilização só aumentou, tornando-se um dos principais e mais empregados materiais da construção civil.

Quanto à sua geometria, os elementos estruturais classificam-se em lineares, bidimensionais e tridimensionais. Os lineares são elementos que possuem o comprimento muito maior que a altura e a espessura, são comumente chamados de barras, podendo-se citar as vigas e os pilares. Os bidimensionais são os elementos onde o comprimento e a largura têm dimensões muito maiores que a espessura e são chamados de elementos de superfície. As superfícies podem ser classificadas ainda em placas (quando a superfície é plana e os esforços são perpendiculares ao elemento), chapa (superfície plana com esforços contidos no plano) e cascas (superfície curva), podendo citar como exemplo as lajes. Os tridimensionais são as dimensões do elemento e possuem a mesma ordem de grandeza, sendo chamados de elementos de volume, podendo-se citar, como exemplo, os blocos de fundação.

Já os principais elementos estruturais do concreto armado incluem as lajes, elementos bidimensionais que recebem diretamente a maior parte dos esforços em uma estrutura. Tais esforços são perpendiculares à laje e podem ser concentrados ou distribuídos na superfície. Os tipos mais comuns de lajes são: maciça, nervurada, lisa (cogumelo) e pré-moldada.

As vigas são os elementos lineares geralmente retos e horizontais que recebem as cargas das lajes, vigas, pilares, paredes de alvenaria, dentre outros, e transmitem aos pilares, que são os elementos lineares dispostos na vertical cuja função é receber os esforços, sejam eles de vigas ou lajes, e transmiti-los à fundação. A fundação pode ser definida como um elemento cuja principal função é receber os esforços dos demais elementos e transmiti-los ao solo. São divididas em rasas (cuja profundidade é menor que 2,5 metros, como as sapatas) e profundas (de maiores profundidades, como as estacas).

FONTE: Equipe Target

Baseado nos documentos visitados

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