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NBR 15456 de 11/2016: unidade abastecedora de líquidos inflamáveis e combustíveis

Quais os riscos significativos no processo? Como deve ser feito o controle de fluxo? Como deve ser feita a resistência do isolamento dos cabos? Onde devem ser colocadas as baterias químicas em áreas não classificadas? Essas questões estão sendo respondidas no texto sobre a unidade abastecedora de líquidos inflamáveis e combustíveis.

07/12/2016 - Equipe Target

Unidade abastecedora de líquidos inflamáveis e combustível

A NBR 15456 de 11/2016 - Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis - Construção e ensaios de unidade abastecedora estabelece os requisitos para construção e ensaios de unidades de abastecimento, que possuam um gabinete hidráulico, a serem instaladas em bases fixas em postos de abastecimento ou postos revendedores destinados a abastecer combustíveis líquidos nos tanques de veículos a motor, barcos e aeronaves leves, e em recipientes portáteis a vazões de até 400 L/min e destinados à utilização e armazenagem a temperaturas ambientes entre − 20 ºC e + 40 ºC. Medidas adicionais podem ser requeridas para utilização e armazenagem a temperaturas fora desta faixa. É recomendado que as necessidades de especificações adicionais sejam determinadas pelo fabricante, e, se necessário, depois de uma consulta ao cliente.

O equipamento e as situações de risco estão descritos no escopo desta norma. Assume-se que a instalação ou utilização do equipamento para abastecer combustível pode ser feito por pessoas não treinadas (por exemplo, usuário), embora outros aspectos da operação, manutenção etc., fiquem a cargo de pessoal designado e treinado (por exemplo, frentista ou operador). Esta norma contempla todos os riscos significativos, situações e eventos de risco pertinentes às unidades de abastecimento (ver Seção 4), quando estas forem usadas conforme pretendido e sob as condições previstas pelo fabricante.

Fornece os requisitos relacionados à saúde e segurança para a seleção, construção e desempenho do equipamento. Não contempla ruídos e riscos relativos ao transporte e instalação do equipamento e não inclui nenhum requisito metrológico. A eficiência dos recuperadores de vapor, quando aplicável, não é considerada nesta norma. Não é aplicável às unidades de abastecimento fabricadas antes da data de publicação desta norma. Não é aplicável a equipamentos para abastecimento de gás liquefeito de petróleo (GLP), gás natural liquefeito (GNL) e gás natural veicular (GNV).

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Quais os riscos significativos no processo?

Como deve ser feito o controle de fluxo?

Como deve ser feita a resistência do isolamento dos cabos?

Onde devem ser colocadas as baterias químicas em áreas não classificadas?

Recomenda-se que as medidas de proteção contra explosão sejam tomadas de acordo com o Anexo A. Equipamentos, componentes e sistemas protetores utilizados dentro de áreas classificadas devem ser adequados com um requisito mínimo para o grupo de gases IIA com classe de temperatura T3, de acordo com o requerido na NBR IEC 60079-0. Áreas classificadas consideradas nesta norma são aquelas criadas por uma unidade de abastecimento individual ao ar livre.

Os requisitos indicados nos itens a seguir para classificação de áreas por meio de zonas não isentam o usuário dos equipamentos e das instalações de verificar sua correta marcação e certificação, bem como seguir os procedimentos de instalação, inspeção, manutenção e reparos requeridos para os locais de instalação, e implementar ações adicionais necessárias. Os documentos requeridos são indicados em 7.3. Informações adicionais relacionadas a áreas e zonas de risco encontram-se no Anexo B.

A utilização das expressões “áreas classificadas” e “zonas” dentro desta norma está restrita à seleção dos equipamentos, dos sistemas e medidas de proteção adotadas. Todas as referências ao grau de proteção IP54 devem ser consideradas como IP54 categoria 2, de acordo com a NBR IEC 60529. Áreas classificadas são criadas no interior e ao redor das unidades de abastecimento como apresentadas em 5.2. As extensões das áreas classificadas podem ser limitadas pelo uso de barreiras de vapor tipo 1 ou tipo 2, conforme Anexo B.

Gabinetes e invólucros para instalação em áreas de zona 2 devem ser conforme a seguir: ser especificados de acordo com um tipo de proteção “Ex” normalizado, de acordo com os requisitos indicados na NBR IEC 60079-0, para um gabinete ou invólucro totalmente instalado em uma zona 2; ou ter um nível de ventilação mínimo tal que a área de ventilação do gabinete tenha pelo menos 80 % de sua superfície em uma área não classificada que satisfaça aos requisitos de ventilação de 5.3.7.4 do interior do gabinete, para uma área não classificada.

O interior do gabinete hidráulico da unidade de abastecimento deve ser considerado zona 1, onde equipamentos “Ex” proporcionando EPL Ga ou Gb devem ser utilizados, a menos que fontes potenciais de liberação sejam reduzidas de acordo com a NBR IEC 60079-10-1 ou outras normas aplicáveis sobre classificação de áreas de gases inflamáveis. O grau de proteção do gabinete hidráulico deve ser pelo menos de IP23 (ver NBR IEC 60529).

A extensão das áreas classificadas, externas à unidade de abastecimento, é determinada pelo seguinte: no lado externo do gabinete, construído com pelo menos de IP23 e utilizado para confinar uma área de zona 1, há uma zona 2 onde equipamentos “Ex” proporcionando EPL Ga, Gb ou Gc devem ser instalados, de acordo com o definido a seguir: limitado a 50 mm acima; e 200 mm horizontalmente em todas as direções e para baixo até a projeção no solo; no lado externo do gabinete, construído com pelo menos de IP54 e utilizado para confinar uma área de zona 1, há uma zona 2 onde equipamentos “Ex” proporcionando EPL Ga, Gb ou Gc devem ser instalados, de acordo com o definido a seguir: 50 mm em todas as direções; e para baixo até a projeção no solo; no lado externo do gabinete, construído com pelo menos de IP67 e utilizado para confinar uma área de zona 1, não há área classificada.

O interior de parte contendo vapor de um sistema de recuperação de vapor é zona 0, onde equipamentos “Ex” proporcionando EPL Ga devem ser utilizados. Um tubo contínuo não permeável proporciona separação de áreas classificadas (internas) de áreas não classificadas (externas). Não permeável significa valor menor que 0,1 g/m2/dia e é aplicável a tubos não metálicos.

Se um tubo contendo um vapor ou combustível (zona 0) tiver uma junta desmontável, então há uma área de zona 2 onde equipamentos “Ex” proporcionando EPL Ga, Gb ou Gc devem ser instalados ao redor desta junta, se a junta estiver em área aberta. Toda contenção de combustível dentro de gabinetes hidráulicos ventilados deve ter as seguintes limitações à permeação para permitir uma classificação como zona 1, onde equipamentos “Ex” proporcionando EPL Ga, Gb ou Gc devem ser utilizados, dentro do gabinete: tubos: menor ou igual a 0,2 g/m2/dia; ensaiado de acordo com a NBR 14722; mangueiras: menor ou igual a 12 ml/m/dia, de acordo com a BS EN 13483.

Quanto aos requisitos de ventilação, a conformidade deve ser demonstrada pelas declarações do fornecedor do tubo ou da mangueira (materiais não metálicos). Em torno do bico, na posição de repouso, há uma área de 200 mm horizontalmente, 50 mm para cima e para baixo, até o nível do solo, como zona 2 onde equipamentos “Ex” proporcionando EPL Ga, Gb ou Gc devem ser instalados.

O bico deve estar fora do receptáculo e posicionado a uma distância > 50 mm da parede da unidade de abastecimento. Se a parede for pelo menos de IP54 dentro de 200 mm horizontalmente, 50 mm verticalmente para cima e para baixo até o nível do solo a partir da ponta do bico, então, no outro lado da parede de IP54, não há nenhuma área classificada devido ao bico.

Unidades de abastecimento devem satisfazer aos requisitos de segurança e/ou às medidas de proteção desta subseção. Além disso, a unidade de abastecimento deve ser projetada de acordo com a NBR ISO 12100 quanto aos riscos relevantes, mas não significativos, que não são tratados por esta norma (por exemplo, cantos vivos).

Onde o meio de reduzir o risco for pela disposição física ou pelo posicionamento da unidade de abastecimento instalada, o fabricante deve fornecer, no manual do usuário, as informações necessárias para garantir o uso seguro do equipamento e quaisquer informações sobre limitações do equipamento e, quando apropriado, meios de verificação. Onde o meio de reduzir o risco for por um sistema seguro de trabalho na unidade de abastecimento, por exemplo, para instalação ou manutenção, o fabricante deve incluir no manual do usuário as informações detalhadas, para uso seguro do sistema e dos elementos de treinamento requeridos para o pessoal.

Todos os equipamentos e componentes elétricos e não elétricos destinados ao uso em atmosferas potencialmente explosivas devem ser projetados e construídos de acordo com as boas práticas de engenharia e em conformidade com o EPL requerido para equipamentos “Ex” para o grupo II, para assegurar a prevenção de qualquer fonte de ignição. Para classificar o tipo de proteção “Ex” e o EPL do equipamento, ele deve possuir uma certificação de acordo com os requisitos da NBR IEC 60079-0. Peças não condutoras de equipamentos expostos à atmosfera explosiva e suscetíveis aos riscos de cargas eletrostáticas devem atender aos requisitos indicados na IEC 60079-32-1.

Unidades de abastecimento, incluindo cassetes de mangueira, devem ser instaladas de forma a evitar que vazamentos penetrem no solo abaixo da unidade de abastecimento. Unidades de abastecimento e sistemas de abastecimento por satélite devem prever meios para serem instalados (fixados) nas ilhas de abastecimento.

O projeto da unidade de abastecimento eletrônica deve ser tal que, durante a sequência de energização, os motores permaneçam desligados e as válvulas de controle permaneçam fechadas. Sensores de bico, ou outros dispositivos de controle ativados, antes ou durante a sequência de energização, devem ser desativados e reativados antes que os motores e/ou as válvulas de controle associadas possam ser habilitados.

Para unidades de abastecimento mecânicas, a sequência de energização deve estar descrita em etiquetas de aviso fixadas no próprio equipamento e deve estar descrita no seu manual de operação. A segurança de um sistema de controle deve estar de acordo com a EN ISO 13849-1. Deve ser previsto um meio para transmitir dados da unidade de abastecimento, ou registrá-los nesta, por posição de abastecimento, para indicar o volume total distribuído.

Devem ser providos meios para evitar o uso de uma unidade de abastecimento individual que permaneça com volume residual seja utilizada. Quando houver uma falha paralisando o abastecimento, não pode ser possível reiniciar a operação sem uma ação manual. Unidades de abastecimento devem ter um meio de limitar a vazão, de modo que ela não ultrapasse a vazão máxima de qualquer componente.

A vazão máxima para a qual a unidade de abastecimento é projetada pode ser determinada por regulamentos nacionais, ou por outros requisitos, como considerações de recuperação de vapor. Peças auxiliares, por exemplo, bicos, válvulas de segurança de mangueira, devem ser selecionadas de acordo com a vazão máxima apropriada para o sistema de abastecimento.

Meios reguladores devem ser previstos para assegurar que a pressão de trabalho dos sistemas de bomba medidora/abastecedora não ultrapasse 350 kPa (3,5 bar). Bombas de vazão superior a 130 L/min podem, por projeto, apresentar a pressão de trabalho superior a 350 kPa (3,5 bar), e meios reguladores devem ser previstos para assegurar que a pressão não ultrapasse o valor determinado pelo fabricante.

Cabos utilizados em áreas classificadas devem satisfazer aos requisitos de instalação da NBR IEC 60079-14 e aos requisitos construtivos das NBR NM 247-1 e IEC 60245-4 ou ser ensaiados de acordo com 6.1.4, e devem satisfazer também aos seguintes requisitos: quando ensaiados de acordo com 6.1.4.2, não pode haver deterioração significativa do revestimento ou da textura superficial e nenhuma separação ou fratura; quando ensaiados de acordo com 6.1.4.3, a amostra não pode apresentar evidência de separação ou fratura e nenhuma interrupção elétrica deve ocorrer; quando ensaiados de acordo com 6.1.4.4, a amostra não pode apresentar evidência de separação ou fratura; quando ensaiados de acordo com 6.1.4.5, não pode ocorrer interrupção elétrica, e os valores medidos da resistência do isolamento não podem ser menores do que 100 MΩ; e quando ensaiados de acordo com 6.1.4.6, não pode haver nenhuma ignição do gás dentro da câmara externa.

A fim de evitar o risco de fontes de energia elétrica capazes de provocar choques elétricos e, além disso, em áreas classificadas, de fontes de energia não intrinsecamente segura capazes de provocar centelhas e de gerar uma ignição, todas essas fontes de energia e os componentes condutivos destinados a permanecer energizados durante manutenção, ensaio ou inspeção devem ser isolados ou blindados de acordo com a IEC 60204-1:2005, Seção 6, de modo a evitar contato acidental. Fontes de energia como baterias e capacitores, que não declinam até um nível de energia armazenada de menos de 0,2 mJ dentro de 10 s, devem ser consideradas fontes de ignição potenciais e, em consequência, devem ser isoladas ou separadas.

Os meios de separação: devem ser aplicáveis a todos os condutores de fase; devem ser operáveis antes do acesso aos internos de qualquer carcaça elétrica em uma área classificada e ser adequados para a área classificada em que eles estejam montados; para fontes de energia que não ultrapassem 24 V, devem estar de acordo com NBR IEC 60947-3 ou incluir uma folga entre contatos de acordo com a IEC 60730-2-10 ou ser capazes de satisfazer a um ensaio dielétrico de 500 V por meio dos contatos; ou para fontes de energia ultrapassando 24 V, para qualquer meio de separação, deve ser de acordo com NBR IEC 60947-3; condutores neutros ou negativos são considerados condutores de fase.

Tubulações e acessórios de tubulação pelos quais escoam combustível líquido ou vapor devem ser construídos com materiais compatíveis com o combustível líquido ou vapor. Todas as tubulações e todos os acessórios de tubulação devem ter um ponto de fusão maior do que 310 ºC.

Quando as tubulações e acessórios de tubulação forem ensaiados de acordo com 6.1.7.2 não podem apresentar falha catastrófica, como ruptura. Tubo de aço, de acordo com as ISO 9329-1, ISO 9329-2, ISO 9329-3 e ISO 9329-4, tubo de alumínio, de acordo com a BS EN 755-2, e tubo de cobre, de acordo com BS EN 1057, de seção e grau de material apropriado, são tubos de materiais adequados para satisfazer aos critérios de 6.1.7.

Cobre pode não ser compatível com mistura de alto teor de etanol em relação à corrosão eletrolítica. A fim de evitar descargas elétricas entre o bico e o bocal de abastecimento, que podem provocar ignição, materiais e componentes devem ser selecionados para assegurar que a resistência entre a ponteira do bico de abastecimento e o ponto de aterramento do equipamento seja menor que 1 MΩ.

FONTE: Equipe Target

Baseado nos documentos visitados

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