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NFPA 13: norma para a instalação de sistemas sprinklers

Essa edição da norma de 2013, da National Fire Protection Association, fornece uma variedade de abordagens dos sistemas sprinklers (aspersão), as alternativas de desenvolvimento dos seus projetos e as opções de componentes que são aceitáveis.


08/11/2012 - Equipe Target

Sistemas sprinklers

A NFPA 13 fornece uma variedade de abordagens dos sistemas sprinklers (aspersão), as alternativas de desenvolvimento do seu projeto e as opções de componentes que são aceitáveis. Os proprietários e seus representantes designados são aconselhados a avaliar cuidadosamente as seleções propostas para adequação e preferência. Essa norma deverá fornecer os requisitos mínimos para a concepção e instalação de sistemas automáticos de incêndio sprinkler e sistemas de aspersão de exposição de proteção cobertos dentro deste padrão. Esta norma foi escrita com a suposição de que o sistema sprinkler deve ser projetado para proteger contra um único incêndio originado dentro do edifício.

Essa norma sofreu uma revisão para refletir os desafios da proteção contra incêndios em ambiente construído, gerando a edição de 2013 que, assim, apresenta os mais recentes requisitos de projeto dos sistemas sprinklers, instalação e testes de aceitação; tubulação subterrânea e proteção sísmica, etc. As principais alterações:

•Modificado o Capítulo 16 e o Capítulo 17 que combinam os requisitos de teto na mesma seção para agilizar a referência e ajudar a maximizar o tempo de instalação.

•Novo capítulo 21 que traz abordagens alternativas de armazenamento que facilita a utilização de desempenho baseada em design - especialmente para sistemas sprinklers projetados em torno de um projeto específico ou arranjo de armazenamento.

•Novos requisitos relativos à tubulação não metálica para a ajudar a todos a reconhecer e abordar as questões de compatibilidade dos materiais, antes que ocorra falhas.

•Novas disposições que permitem à válvula de retorno servir como uma válvula de controle de sistema.

•Os requisitos para elevadores foram atualizados.

•Cobertura mais recentes sobre anticongelante, rastreamento de calor e cálculos de perdas de calor.

O sistema sprinkler atua na extinção de fogo num edifício, pela pronta e contínua descarga de água, diretamente sobre o material em combustão. Os sprinklers são constituídos basicamente de um corpo, um ampola e defletor. O elemento sensível dos sprinklers é a ampola de vidro transparente, caracterizado pela sua resistência e rigidez. A ampola de vidro é hermeticamente fechada e selada e contém um líquido altamente expansível ao calor, capaz de exercer uma força de rompimento elevada. No caso da temperatura se elevar acima de um limite pré-determinado, a pressão criada pela expansão do líquido rompe a ampola, dando saída à água, a qual se espalha.

Os sprinklers são o único sistema que inicia o combate sem a necessidade da ação humana; qualquer outro meio, como extintores e mangueiras, obviamente pressupõe a ação de pessoas. Normalmente é aí que se encontra o problema do combate, pois como o fogo provoca altas temperaturas em pouquíssimo tempo, e a fumaça escurece o ambiente e tira o oxigênio, é particularmente complicado enfrentar o incêndio. O sprinkler é um pequeno chuveiro, fechado por um elemento sensível, chamado bulbo, à temperatura, instalado numa rede de tubulação hidráulica, que deve estar constantemente pressurizada. Como os bicos estão fechados pelo elemento sensível, não há problemas de vazamento.

Quando a temperatura ambiente começa a aumentar pela ação do fogo, o bulbo abre o sprinkler. Para melhor controlar essa abertura, foram definidas algumas temperaturas de acionamento. No mundo inteiro se fabricam sprinklers com bulbos que se abrem às temperaturas de 68, 79 , 93 e 141º C. Existem algumas outras variações, mas estas são as temperaturas mais comuns. A maior parte dos sprinklers disponíveis no mercado brasileiro se abre a 68º C.

Começando um incêndio, a temperatura vai se elevando. Ao chegar à temperatura de acionamento do bulbo, ele se rompe, liberando a passagem da água, que cai circularmente, cobrindo uma área de 16 m2. Caso o incêndio já se encontre numa área maior, outros sprinklers se abrirão; e é muito comum que dois ou três sejam suficientes para dar conta do recado. Os sprinklers abrem-se individualmente, e por isso não há risco de que o fogo em um cômodo provoque uma chuva dentro de outro que não tem nada a ver.

FONTE: Equipe Target

Baseado nos documentos visitados

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