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NBR 16032: os requisitos para a estrutura de estufa e viveiro agrícola

A norma, publicada em 2012, estabelece os requisitos para resistência mecânica, estabilidade, durabilidade para o projeto, construção, manutenção e restauração de estruturas de estufa e viveiro agrícola, bem como os métodos de ensaio de seus materiais constituintes.


23/03/2012 - Equipe Target

Projeto de estrutura de estufa

A estufa deve ser projetada de maneira que nenhum estado limite de serviço seja superado. O estado limite a ser considerado depende da classificação das estufas de acordo com 5.2. O estado limite de serviço e os estados limite últimos são dados na Seção 6. A estufa deve ser projetada de tal forma que cumpra as condições de durabilidade, tolerância, manutenção e reparo especificadas nas Seções 7 e 8. A estufa se classifica segundo o período mínimo de vida útil da estrutura (ver 5.2.1) e a tolerância dos deslocamentos da estrutura em função do tipo de cobertura, conforme 5.2.2. Ver também a Tabela 1.

A estufa deve ser projetada para uma vida útil mínima de 15 anos, 10 anos ou 5 anos. A estufa deve ser designada como Classe A ou Classe B de acordo com a tolerância do tipo de cobertura em função dos deslocamentos da estrutura: Classe A: estufa cuja cobertura não permite o deslocamento da estrutura como resultado da ação das cargas. As estufas Classe A são projetadas considerando os estados limite de serviço e os estados limite últimos; Classe B: estufa cuja cobertura permite o deslocamento da estrutura como resultado da ação das cargas. As estufas Classe B são projetadas considerando somente o estado limite últimos. Nos casos onde somente uma parte da cobertura da estufa for tolerante ao deslocamento da estrutura como resultado da ação das cargas, a estufa deve ser classificada como Classe A. Os deslocamentos locais dos componentes da estrutura que suportam somente coberturas tolerantes ao deslocamento devem ser comprovados com os estados limite de serviço. A capacidade de serviço das estufas Classe A, determinada de acordo com 6.2, deve ser tal que os estados limite de serviço com relação ao deslocamento e flechas (ver Seção 10) não sejam superados devido às ações determinadas na Seção 9.

A capacidade estrutural das estufas Classe A e Classe B, determinada segundo 6.2, deve ser tal que os estados limite últimos não superem, sob a ação das cargas, os valores de projeto descritos na Seção 9. As uniões baseadas no atrito entre os membros estruturais devem ser capazes de transmitir forças de projeto dos estados limite últimos sem deslizamento. Os métodos de cálculo para os estados limite de serviço e estados limite últimos, bem como as propriedades dos materiais são conforme apresentado em 6.2.1 a 6.2.7. O cálculo das estruturas de concreto deve ser de acordo com a ABNT NBR 6118 e ABNT NBR 14931. O cálculo das estruturas de aço deve ser de acordo com a ABNT NBR 8800. O cálculo dos elementos de aço moldados a frio deve ser de acordo com a ABNT NBR 14762.o cálculo das estruturas de madeira deve ser de acordo com a ABNT NBR 7190. O cálculo do projeto geotécnico deve ser de acordo com a ABNT NBR 6122. O cálculo das estruturas de alumínio deve ser de acordo com as ABNT NBR 14229 e ABNT NBR 15329. O cálculo das ações em estruturas deve ser de acordo com as ABNT NBR 6120, ABNT NBR 6123 e ABNT NBR 8681. O Anexo A descreve os procedimentos para as considerações de cargas de vento em estufas e viveiros agrícolas.

Mais informações sobre a norma NBR 16032 de 02/2012, clique no link:

NBR 16032: Os requisitos para a estrutura de estufa e viveiro agrícola


FONTE: Equipe Target

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