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Curso: Instalações Elétricas em Atmosferas Explosivas

Esse treinamento, gravado e disponível pela internet, capacita e prepara os profissionais que interagem de forma direta ou indireta com um ambiente de atmosfera potencialmente explosiva, conscientizando-os quanto à importância de se identificar a potencialidade explosiva de um determinado ambiente.

14/05/2014 - Equipe Target

Atmosferas Explosivas

O curso Instalações Elétricas em Atmosferas Explosivas visa capacitar e adequar os profissionais que interagem de forma direta ou indireta com um ambiente de atmosfera potencialmente explosiva. Busca-se conscientizar o profissional quanto à importância de se identificar a potencialidade explosiva de um determinado ambiente, classificando-o para, em seguida, fazer a escolha do equipamento adequado a ser inserido. A base legal do assunto é a Portaria do Inmetro nº 179, de 18 de maio de 2010, com a sua última redação pela Portaria Inmetro nº 89, de 23 de fevereiro de 2012. O curso está em constante evolução, buscando-se com isso, a satisfação das pessoas que participam em sala ou via internet.

São abordadas as normas que fundamentam o assunto atmosferas explosivas considerando-se os diversos modelos de equipamentos conforme a classificação de área, as aplicabilidades e compatibilidades com os riscos previstos nos ambientes. Discutem-se os procedimentos de manutenção e instalação adequados, de acordo com as recomendações técnicas compatíveis, fundamentados em normas apropriadas. Também disponível nas instalações da Target ou ao vivo pela internet, com recursos de última geração que permitem total aproveitamento mesmo à distância. Informações, clique no link Instalações Elétricas em Atmosferas Explosivas

As atmosferas explosivas são áreas onde existem a possibilidade de explosão devido à mistura de gases, vapores ou ar em determinada quantidade. Já a área classificada é um local aberto ou fechado, onde existe a possibilidade de formação de uma atmosfera explosiva, podendo ser dividida em zonas de diferentes riscos, sem que haja barreira física.

Uma explosão, do ponto de vista da química, é a oxidação, e a combustão e a explosão são reações exotérmicas. A ignição é a chama ocasionada por uma onda de choque, que tem sua origem térmica ou elétrica. A temperatura de autoignição é aquela fixada acima da qual uma mistura inflamável é capaz de extrair energia suficiente do ambiente para entrar em combustão espontaneamente.

O Ponto de Fulgor de um líquido é a mínima temperatura em que o líquido se evapora, para formar uma mistura com ar em concentração suficiente para provocar uma ignição, próxima da superfície do líquido. Em inglês, ponto de fulgor é flash point.

Pode-se dizer que a classificação visa agrupar as diversas áreas com riscos semelhantes, tornando possível o projeto de equipamentos específicos. Baseia-se no grau de periculosidade da substância combustível e na frequência de formação da atmosfera explosiva. A classe da área se relaciona com o estado físico da substância inflamável. A classe denota a natureza genérica do material perigoso e está relacionada com a apresentação física do material.

São aceitas e definidas três classes distintas: Classe I - locais onde há gases ou vapores na presença com o ar em quantidades suficientes para produzir misturas explosivas e inflamáveis, como refinarias de petróleo, plantas petroquímicas, etc.; Classe II - locais onde o perigo é devido à presença de pó combustível, como as siderúrgicas, mineração de carvão e indústrias de artefatos de pneu e nos ensacamentos de pós petroquímicos; Classe III - locais onde estão presentes fibras e partículas sólidas como algodão, rayon, sisal, juta, fibra de coco, serragem de madeira.

A designação do grupo é mais específica e constitui uma subdivisão da classe. O grupo, associado à classe, é uma especificação de natureza química. O agrupamento dos materiais é usualmente especificado em normas e códigos. Na prática, foi estabelecido dividir as áreas perigosas em zonas com perigo de explosão que são classificadas dependendo da frequência e duração da atmosfera potencialmente explosiva. A zona de uma área expressa a probabilidade relativa do material perigoso estar presente no ar ambiente, formando uma mistura em concentração perigosa e provável de provocar uma explosão ou incêndio.

Existem vários métodos de proteção que são baseados em um desses princípios: confinamento: evita a detonação da atmosfera, confinando a explosão em um compartimento capaz de resistir a pressão envolvida no processo, não permitindo a propagação para superfícies vizinhas (ex: equipamentos à prova de explosão); segregação: é a técnica que visa separar fisicamente a atmosfera potencialmente explosiva da fonte de ignição (ex: equipamentos pressurizados, imersos e encapsulados); e prevenção: controla-se a fonte de ignição de forma a não possuir energia elétrica e térmica suficiente para detonar a atmosfera explosiva.

FONTE: Equipe Target

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