19/07/2012 - Equipe Target
A padronização das medidas das roupas
A diversidade étnica e nutricional gera diferentes constituições físicas em cada região do país, tanto entre bebês, crianças e adolescentes quanto entre jovens e até adultos. Por esse motivo, há grandes divergências entre os tamanhos das roupas infantis, adultas, masculinas e femininas. Nas regiões Norte e Nordeste, os tamanhos tendem a ser menores; no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, maiores. No fundo, a fita métrica não pode mentir e nem ofender, por isso o melhor seria a coleta de tabelas e graduações já utilizadas no mercado em todas as regiões do país.
Ao padronizar os tamanhos pelas medidas corporais, pode-se facilitar as vendas no mercado interno e a exportação e importação de roupas para os diferentes públicos, além de se poder beneficiar o comércio eletrônico desses produtos e, ainda, reduzir o desperdício de materiais no processo produtivo. A ideia seria padronizar as escalas de grade de tamanhos, mas sem influenciar a liberdade de modelagem única que cada marca deve ter. A exemplo da norma técnica para vestuário infantil e de bebês publicada em 2009, a NBR 16060 adota o conceito de vestibilidade, oferecendo nas etiquetas medidas do corpo a que os artigos se destinam, em complemento às informações de grade numérica (42, 44, 46 etc.) ou de tamanhos como P, M, G, GG. Estarão contemplados os tipos físicos normal, atlético e especial (obesos) e mais de 20 medidas referenciais de estatura, cintura, tórax, bra&cc...