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Curso: Os mitos na proteção de instalações contra descargas atmosféricas

O treinamento apresentará aos participantes os conceitos e as técnicas de projeto que resultem em maior eficiência dos sistemas de proteção contra os efeitos de surtos tanto gerados internamente como devidos a descargas atmosféricas.


05/01/2012 - Equipe Target

Relâmpagos e raios: Quais os perigos?

Conforme informações do Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), um sistema de proteção contra relâmpagos tem como objetivo blindar uma estrutura, seus ocupantes e seus conteúdos dos efeitos térmicos, mecânicos e elétricos associados com os relâmpagos. O sistema atua de modo que a descarga atmosférica possa entrar ou sair do solo sem passar através das partes condutoras da estrutura ou através de seus ocupantes, danificando-os ou causando acidentes. Um sistema de proteção contra relâmpagos não impede que o relâmpago atinja a estrutura, ele promove um meio para controlar e impedir danos através da criação de um caminho de baixa resistência elétrica para a corrente elétrica fluir para o solo. A ideia de proteger prédios e outras estruturas dos efeitos diretos dos relâmpagos através do uso de condutores foi pela primeira vez sugerida cerca de dois séculos atrás por Benjamin Franklin.

Os principais componentes de um sistema de proteção contra relâmpagos ou sistemas de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA) são os terminais aéreos, condutores de descida, terminais de aterramento e condutores de ligação equipotencial. Os terminais aéreos, conhecidos como para-raios, são hastes condutora...

Baseado nos documentos visitados

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