Text page

Curso: Os fatos e os mitos na proteção contra descargas atmosféricas

Esse curso será realizado nos dias 19 e 20 de setembro e apresenta os novos conceitos e técnicos de projeto que resultem em maior eficiência dos sistemas de proteção contra os efeitos de surtos tanto gerados internamente como devidos a descargas atmosféricas.


22/08/2011 - Equipe Target

Sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA)

Os primeiros estudos sobre a descarga elétrica foram realizados no século XVIII por Benjamin Franklin, por meio de um experimento que consistia na colocação de uma haste metálica abaixo de uma nuvem de tempestade. No experimento ele faria a aproximação de um corpo aterrado em contato com o solo, na nuvem, sendo a energia descarregada pela haste. Em maio de 1752, o cientista francês Thomas-François D'Alibard (1703-1799) realizou o experimento proposto por Franklin, levantou uma barra de ferro pontiaguda na direção das nuvens de tempestade, e aproximou desta um fio aterrado, verificando que faíscas saltavam do mastro para o fio.

Dessa forma, comprovou a hipótese de Franklin, se estabelecendo o princípio do funcionamento dos para-raios. As descargas atmosféricas apresentam uma complexidade, no que se refere à natureza física do fenômeno e seus efeitos que, em muitas vezes, são severos para a sociedade pelo seu alto grau destrutivo. Estima-se que no Brasil, a incidência de descargas, cause perdas econômicas na ordem de milhões de dólares e, anualmente, a morte de mais de cem pessoas. O raio, é um dos impulsos elétricos de uma descarga atmosférica para a terra, nada pode ser feito para impedir a ocorrência desse fenômeno da natureza. Apenas podemos impedir que a queda de um raio em determinado local ou estrutura, cause danos catastróficos.

A instalação dos SPDA é uma exigência do...

Baseado nos documentos visitados

Normas recomendadas para você

Instalações elétricas de baixa tensão
NBR5410 de 09/2004

Instalações elétricas de baixa tensão

Sistemas de gestão da energia — Requisitos com orientações para uso
NBRISO50001 de 07/2024

Sistemas de gestão da energia — Requisitos com orientações para uso